Amava muito, dizia pouco


Eu nunca disse que a amava. Nunca. Nem depois de dez chopes, duas vodkas e três tequilas. Incrível, não é? Pois a amava pra caralho e, se quer saber, ainda a amo – a distância que me resta para observá-la amando outro cara e se amando como nunca foi capaz comigo.
Eu tive inúmeras oportunidades para confessar o amor que, motivado pela existência dela, festejava aqui dentro. Porém, na maioria das vezes, ao invés de deixar o coração sair pela boca e, aos berros, declarar meu fogaréu, por medo, meninice e, até por orgulho, preferi falar de banalidades e de coisas menos importantes do que aquelas que ela despertou em mim.
Devia ter dito que a amava, claro que devia, mas acabei falando da última entrevista do Ricardo Darín, do livro que vou começar a escrever depois de depois de amanhã e do dia que meu pneu furou no meio da Marginal.
Para ela, sem pressa e com paciência, falei de coisas complexas. Expliquei as métricas do Drummond, as leis mirabolantes da física e o motivo pelo qual Freud tudo podia explicar. Fiz o possível para o difícil parecer fácil. Quando ela não entendia, eu repetia, sem perder a calma. Entretanto, não fui capaz de superar minha gagueira emocional e o pavor de deixar escapar a mais simples das verdades: amava-a, feito louco varrido, mesmo quando ela acordava de caninos afiados e com cara de nenhum amigo.
Amava-a, mas, nem nas poesias que não mostrei a ninguém, fui capaz de fazer tal confissão. Juro, não saía da goela. No máximo, com certo esforço, eu dizia: “Gosto muito de você!”.
Não consegui, entre uma mordida no miolo do pão e um gole de suco azedo, simplesmente dizer: “Eu amo você”. Consigo imaginar a cara que ela teria feito. Sei que ela, diferente de mim, não teria dito “Eu também”.
Agora, finalmente, analisando a pequena verdade atômica que eu não disse e que, com certeza, ela esperava ouvir, sou capaz de dizer:
“Eu amei você”
“Eu amei você”
“Eu amei você”
“Eu amei você”
“Eu amei você”
“Eu amei você”
Pena que ela não está mais aqui para arregalar os olhos e para me esmagar os ossos, como eu sei que teria feito. Se eu apenas tivesse dito.

Texto de Ricardo Coiro.

Matando a saudade do byMK/Fashion.me!


Hoje bateu uma saudade do byMK/Fashion.me, uma rede social muito legal, onde cada pessoa tem seu guarda roupa virtual, imagine? Por falta de tempo acabei "abandonando" o meu perfil. Eu ficava horas fazendo look's lindos, vendo as novidades e teclando com as "migas". Ah, essa era a melhor parte da brincadeira! rs

O site me proporcionou fazer amizades incríveis, com pessoas maravilhosas e que continuam fazendo parte da minha vida até hoje. E quem foi que disse que pra estar junto precisa estar perto? Bjo, queridas!



Téo, um anjo de quatro patas!

Hoje eu gostaria de falar com vocês sobre um assunto muito especial, o meu amor por animais. Quem me conhece ou acompanha o blog, já deve saber que não vejo diferença entre animais e amigos, gente ou bicho. São todos iguais!
Tive a vontade de escrever esse post ontem, após passar por um grande susto com um de meus gatos. Aff... nem quero lembrar, pode parecer exagero, mas acredito que a relação entre uma pessoa e um animal, é algo muito especial! Eu já adotei vários gatos, e sempre comento que, se adotei, virou meu filho! 
E eu quero apresentar um dos meus "filhos" pra vocês, o Téo. Adotei bem novinho, estava em uma gaiola e cheio de pulgas, acho que foi amor a primeira vista. Até hoje agradeço ao boyfriend por ter encontrado ele e me mostrado. Téo é incrível, super possessivo, virou o dono da casa, tudo é dele! Morro de rir com os olhares que ele lança para os outros gatos, tipo: Véi, quem manda aqui sou eu! kkk 
Fico relembrando vários momentos difíceis que passamos juntos, como quando ele estava muito doente e um veterinário falou em "não ter mais o que fazer", e "acabar com o sofrimento dele". Não desisti, e com a ajuda de algumas pessoas maravilhosas ele está aí, já com 7 anos, lindo e saudável! E é isso, que os animais continuem nos ensinando a tolerância, a união e o amor incondicional. #adote #adotei #prefrobichodoquegente

O Look da Semana... Só que não! kkk


Bom, vamos lá! A criatura pega uma roupa do famoso estilista mineiro, Victor Dzenk, que foi criada para o evento de moda, Minas Trend Preview Verão/2014, e faz isso! Foi o assunto mais comentado sobre a final do BBB14. Acho que poderia até acabar o post por aqui, não é? kkk
Gente, todos nós sabemos que passarela é uma coisa, e vida real é outra. Segundo o UOL, a escolha da ex-BBB foi reprovada pelo estilista. Questionado se havia visto o look, Dzenk foi direto ao ponto: "Eu vi, infelizmente".


"Às vezes a pessoa quer causar e acaba causando negativamente. Foi um vestido de desfile, e pra vida real deveria ter sido usado com uma combinete que ela esqueceu de usar. A combinete quebra toda a transparência. Ela não usou como no meu desfile, que a modelo vestiu uma calcinha cor da pele. Não sei por que ela apareceu com essa calcinha amarela. Fugiu totalmente do que a marca propôs." afirmou o estilista.
E eu, que não sou ex-BBB, modelo ou estilista, me acabei de rir. Será que ela pensou: Ah, vou assim pra o povo ver que estou sarada. Quem sabe ainda consigo uma capa da Sexy? kkk
Seria um cospobre da Lady Gaga ou um cosplay da Joelma do Calypso? #mistério #BBB14