terça-feira, 27 de maio de 2014

Casamento: Dicas do que está na moda

Olá queridas, tudo bem com vocês? Eu estava aqui escrevendo um post, vendo umas coisas na net, e me deparei com umas dicas da minha diva Camila Coutinho, sobre casamentos. Ela como sempre mandou ver, fez uma pesquisa sobre o que está em alta e o que está em baixa nos casamentos. E como estamos no mês das noivas, vamos lá?





















E aí, gostaram? Vocês encontram essas e outras dicas no site, Garotas Estúpidas. Dá até vontade de casar, não é? kkk #Casamento 


quarta-feira, 21 de maio de 2014

Os Brincos da Clara

Se tem uma atriz brasileira que eu sou fã, é a Giovanna Antonelli! É sério, ela parece ser tão simpática, não é? E muito linda também, ela sabe mostrar seu lado mulherão de uma forma bem natural e com muito estilo. 
E não é a toa, que tudo que ela usa na novela faz tanto sucesso. Isso aconteceu em "Salve Jorge", quando ela fez a Delegada Heloísa, e agora está acontecendo a mesma coisa com a Clara, de "Em Família". O esmalte que ela usa na novela fez muito sucesso, falei até sobre ele por aqui, e agora o que está dando o que falar são os brincos. Lindos D+!


Arrematando o estilo descolado e conterrâneo da personagem, os maxi brincos cairam no gosto das mulheres e, cada vez mais, ganham as ruas. Agora, se você optou pelos brincos, fuja do colar: Eles podem deixar o visual poluído.
Espero que gostem! Bjo

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Amar é ceder!


Ela ama as músicas do Roupa Nova, e eu, apesar de acha-las tão emocionantes quanto os programas da TV Senado, somente para fazê-la feliz, costumo colocá-las para tocar no som do meu carro. E não paro por aí: só para vê-la gargalhar, como amo presenciar, eu imito a voz “diarréica” do Serginho Herval e, sem medo de chocar os que estão ao meu redor, canto: “Oh! Dona desses animais…”.
Ela nunca gostou de artes marciais e, antes de me conhecer, era capaz de confundir o José Aldo com o Anderson Silva. Antes de mim, ela não sabia a nítida diferença entre um soco e uma chave de braço. Porém, por gostar de mim, ela não apenas aceita os meus olhos vidrados nos rounds de MMA, como também aprendeu a fazer comentários mil vezes melhores e mais técnicos do que os feitos pelo Galvão Bueno. Para a minha surpresa, de vez em quando ela diz: “Gostei dessa single leg. Agora é só passar a guarda e depois finalizar com uma guilhotina!”. É claro que ela também assiste às lutas para apreciar os tanquinhos dos lutadores, mas, sempre que vemos UFC na casa dela e que ela não se assusta com as cambalhotas que eu dou sobre o colchão que colocamos na sala, eu percebo o quanto ela faz o possível para me ver feliz.
Ela sabe dançar, já eu, danço tão bem quanto o Carlinhos de Jesus depois de ser atropelado por um ônibus dirigido pelo Toninho do Diabo. Não sei dançar. Não gosto de dançar. Porém, só para vê-la sorrir, vez ou outra, eu a acompanho, com um sorriso de Rodrigo Faro impregnado na cara, até a pista de dança. É claro que eu preciso beber algumas doses (umas 12) de tequila antes, mas respiro fundo, vou até a pista, alongo os quadris, peço um funk das antigas (de preferência algum do Bonde do Tigrão) ao DJ e requebro feito o “Cumpadi” Washington em dia de exorcismo. Se ela dança, às vezes, eu danço. Por que não?
Ela sente aflição só de pensar na textura do peixe cru, e eu, como bem sabem, tenho um orgasmo a cada vez que dou uma mordida em um sashimi. Parece um problema sem solução, mas, por saber o quanto afogar o peixe no shoyu me faz feliz, algumas vezes, ao invés de sugerir uma pizzaria ou um hambúrguer de minhoca, ela pergunta: “Vamos a um japa?”. “Mas você não gosta de nada que tem lá!”, eu respondo. E ela, fingindo salivar, diz: “Claro que eu gosto. Adoro tempurá, salmão grelhado e hot roll!”. Sabem como eu agradeço por isso? Eu insisto para que ela experimente as mais diversas e exóticas iguarias da culinária japonesa! Até ovas de ouriço, por amor, ela já comeu. Sou apaixonado pela cara de nojo que ela faz! Eu digo: “Deixe de frescura e engula logo esse filhote de enguia!”. Brincadeira, meus caros. Depois que ela quase chamou o Hugo por causa do tentáculo de um polvo, eu parei de brincar de No Limite com ela. No máximo eu enfio uma bolinha de raiz forte dentro da boca dela.
O amor, do tipo verdadeiro, é o mais perfeito antídoto contra o egoísmo e uma lição diária de parceria. Quando amamos, de verdade, aprendemos a ceder o controle da TV, a dividir o tempo que antes de amar usávamos apenas em nosso benefício, e a enxergar na satisfação do outro uma indubitável razão para a nossa satisfação. Percebem o que o amor faz?
Não estou dizendo para virar a cadelinha adestrada do seu namorado ou para fazer apenas as coisas que o agradam. Não precisa agir como alguns amigos que, por amores que mais se parecem com rituais de dominação, hoje só fazem o que a namorada quer, ou seja, passam o final de semana todo carregando sacolas em shoppings e nunca mais jogam bola com os camaradas. Não estou falando para abrir mão de você e das coisas que lhe dão prazer, nada disso! Apenas, vez ou outra, aprenda a ceder e a realizar algumas vontades – mesmo que diferentes das suas – do seu parceiro. E quando fizer isso, por favor, entre no clima e não faça com cara de criança contrariada. Verá que, mesmo quando não estiver exercendo a sua atividade preferida, poderá extrair muitas coisas boas.
O segredo do sucesso, como em quase tudo na vida, é a dose certa: se você fizer apenas aquilo que o seu namorado quer, obviamente, será exemplo de alguém que abriu mão do amor-próprio e que aceitou a escravidão. E se fizer apenas aquilo que você quer, será uma notável egoísta. Se não sabe ceder, é melhor que você fique solteira. Se você cede em tudo, a ponto de achar que só existe prazer naquilo que dá prazer ao outro, por favor, volte a se amar. Quer uma dica? Aí vai: sem deixar de se amar, ame o outro a ponto de não fazer apenas aquilo que só você quer. Se não está disposto a ceder, compre um bichinho virtual.
Texto de Ricardo Coiro para o site Catwalk#catwalkerstyle